Cultura!

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OBJECTIVOS

Estes textos são uma mera justificação de gosto, dirigida em primeiro lugar aos amigos, e não são crítica de cinema, muito menos de teatro ou arte em geral... Nos últimos tempos são maioritariamente meros comentários que fiz, publicados principalmente no facebook ou no correio electrónico, sempre a pensar em primeiro lugar nos amigos que eventualmente os leiam.
Gostaria muito de re-escrever os textos, aprofundando as opiniões, mas o tempo vai-me faltando...
As minhas estrelas (de 1 a 5), quando as houver, apenas representam o meu gosto em relação à obra em causa, e nunca uma apreciação global da sua qualidade, para a qual não me sinto com competência, além da subjectividade inerente. Gostaria de ver tudo o que vale a pena, mas também não tenho tempo...

sábado, 1 de novembro de 2014

O DEUS ELEFANTE (JOI BABA FELUNATH), de Satyajit Ray

NOTAS CINÉFILAS (só sobre o que me interessa e gosto muito e que não posso deixar passar sem uma referência...)

O DEUS ELEFANTE (Joi Baba Felunath) (1979), de Satyajit Ray, visto no mini-ciclo sobre este autor, actualmente no Cinema Nimas, em Lisboa. Depois seguirá para o Carlos Alberto, no Porto (amig@s portuenses, se tiverem disponibilidade por favor não ignorem este acontecimento)

Eram 6 os filmes restaurados deste grande mestre e consegui (!!!) ver todos. Ele não tem filmes fracos (que eu conheça) e este é mais uma daquelas jóias que nos dá muito prazer ver. Argumento mais ou menos policial de quem cultivou, na escrita, também essa faceta (que não conheço, até porque, segundo li no DN, não está traduzido em português). 
A estória do filme gira à volta do roubo de uma pequena imagem em ouro, muito valiosa, do Ganesha, o Deus Elefante. Roubo que vai ser investigado pelo detective criado por Satyajit Ray, Feluda, magnificamente interpretado pelo nosso já conhecido de outros filmes de Ray, Soumitra Chatterjee.

Não percam.


E já agora, para quem o puder fazer, ainda há possibilidade de ver todo o ciclo: sexta - A Grande Cidade, sábado - O Cobarde, domingo - O Santo, segunda - O Herói, terça - O Deus Elefante e quarta - Charulata. 
Os mais importantes e obras-primas são A Grande Cidade, Charulata e O Herói, mas, se pudesse, reveria sem hesitações todos eles.






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